Por que é tão difícil ter a coragem de mudar e ir
logo para arena? Serão os leões e animais que sabemos que nos aguardam,
famintos esperando um vacilo e passo em falso ou, por quê sabemos que teremos de duelar mas preferimos não
aceitar e adiar, aumentando a vontade de ataque dos inimigos? Neste caso,
deixando os animais cada vez mais famintos. Pois é assim que vejo. Adiar uma
escolha, decisão só ira aumentar as conseqüências para o seu lado, dar chance de a coisa sair errada.
Então, por quê? Inacreditável como nós conseguimos nos tornar o nosso próprio e
pior inimigo. Como aquele relacionamento que insistimos em acreditar que
poderia dar certo, quando todos os sinais mostram o contrario. O trabalho que
lhe consome até nem mesmo você saber mais pelo que trabalha. A dieta que vem
adiando, mas que até agora ficou no auto-engano. As amizades coloridas, superficiais que te
fazem sentir um mero borrão na maravilha da vida. O medo pode ser seu ponto de
partida ou regressão. Qual será o seu? Lembre-se, os leões estarão a sua
espera. Pelo sim ou pelo não, eles estarão sempre lá.
2 de abril de 2012
18 de março de 2012
How will I know ?!
How will I know?
It started like a simple
chat
we bump into each other
till we stick together.
but how will I know?
know that I won’t fall
know it will last
is it a play, stay or
pray?
better pray that you can
stay and end-up the plays
end-up the same old game
that we know
just a simple, funny, honest
and normal love.
But how will I know?
4 de março de 2012
Run, Forest, Run
Muitos conhecem o titulo
acima, foi um grito de sobrevivência vivido por Forrest Gump, personagem de um
filme interpretado pelo brilhante Tom Hanks. Bom, tirando os méritos do filme e
voltando para a vida real, assumo
com transparência que nunca gostei de correr, pensava comigo - correr para
onde? Simplesmente não entendia o prazer desse esporte. Sempre corri contra o relógio
na entrega de projetos e trabalho, nada mais. Fanática por aventura, interação
e natureza me dediquei a bicicleta, trilha e ali fiquei. Fiquei até ir de
encontro com a perda de uma pessoa querida, que poderia colocar a perder a mais
querida amiga. E assim comecei a correr. Em um belo dia de verão, onde o sol já
começava a brilhar e colorir tudo a minha volta. Aos poucos comecei a entender,
o prazer e simplicidade do esporte. Primeiro, você aprende a pisar o chão, a
base de tudo, identificar sua passada estabelecendo seu ritmo e método de
corrida. Em seguida ajusta a posição das costas, mãos, pisada e então a respiração.
Tendo isso, você encontrou seu método de trabalho/treino. Depois disso, só
resta olhar adiante e sentir seu corpo inteiro se mexer, quebrar-se todo com o
impacto do seu pé no rígido concreto a sua frente. E em segundos, sentir seu
corpo se encher de vida novamente para o próximo passo, o próximo impacto. Sem
por um instante querer parar. Não importa o quê e quem te espera ao final do
percurso. Você só tem um desejo: dar mais um passo e, outro e mais outro, como
se tivesse que vencer aquele que acabou de deixar para trás. Um prazer e
sentimento de superação tão profundo que nem eu sei bem como explicar. É como
se ali, naquele momento, você fosse a única pessoa no mundo, fazendo o mundo
girar, sem chefe, filhos, papagaio... É você, no seu ritmo, com 100% do seu
corpo a superar nada mais que a si mesmo. Como no cena do filme que Forest
começa a correr, com problemas nas pernas e todos gritam Run,Forest,Run! Ele
sabia que dependia inteiramente dele superar cada passo, obstáculo. Nós somos
nosso pior inimigo, por que não correr atrás do melhor que podemos ser?
22 de fevereiro de 2012
Entre 2 mundos
O que faria se a
cada passo que desse você ficasse dividida entre 2 mundos? Os contos de fadas
ensinam que o ogro pode se casar com a princesa e vice-versa. Que não importa o
mundo e guerra que travamos, amor e amizades podem sobressair qualquer
diferença e pedaço de terra. Será isso uma verdade ou pura filosofia? O que
faria com que 2 pessoas, independente do elo afetivo entre elas, ficassem
unidas em harmonia com tantas diferenças gritantes como dinheiro, circulo
social, opiniões, hábitos e educação?! Como beber Cristal no almoço e ir a um
happy hour no boteco da esquina com a mesmo sorriso e alegria de um simples
mortal? Qual o elo entre os 2 mundos? E qual a divisão e quando a divisão
acontece? Não acredito em conto de fadas, mas assim como casais com crianças
escolhem, outros casais com crianças. Não creio que exista um elo forte o
suficiente a ponto de superar e fingir que diferenças não existem. Se fosse um
ser loiro e o outro moreno somente, não veria problema, mas um dia, menos dia
nos encontraremos parada na linha divisória dos 2 mundos como um xeque-mate, questionando
ou tendo que fazer uma escolha, escolha do mundo que deseja viver. Ou talvez, a
criação de um novo mundo?! Onde não existam divisão, só compatibilidades.
10 de janeiro de 2012
Palavra p/ 2012
Há muito não escrevo. Com a
virada do ano, o que senti de fato foi uma virada mental, nada de drama ou
choro, apenas um sentimento forte e natural pela reflexão do meu dia-dia,
ano-a-ano dos últimos tempos. Era como estar em uma conspiração intima com a mente
e coração, na qual você começa a
avaliar tudo, o que gosta ou não, o que te faz bem e por que não? As amizades
que valem ouro e as folhadas a ouro. Experiências e experimentos, bem como
trabalho, família e outros afins. Era um misto de identificação, aceitação e
visão de tudo que foi, é, e pode ser para hoje, amanhã e que um dia ficará para
trás na minha historia. O mais estranho de tudo, que, somado a tudo isso estava
uma vontade enorme por mudanças. De querer virar o jogo, de fazer melhor e
maior que tudo. Foi então que de carona, sentada ao lado de um novo amigo a
caminho da festa da virada do Ano Novo, aprendo uma bela e nova palavra. Aquela
que explica tudo que estava sentindo e vendo, mas que se me perguntassem, não
saberia explicar – Resiliência. Segundo
a Wikipédia, “Trata-se
de uma tomada de decisão quando alguém depara com um contexto entre a tensão do
ambiente e a vontade de vencer, fatores que propiciam ao ser humano condições
para enfrentar e superar problemas e adversidades” Quanta complexidade,
significado, sentimento e ação reunida em 1 única palavra. 11 letras muito
fortes e que irão me mover por todo o ano de 2012 – Resiliência já!!
9 de dezembro de 2011
Golden Ticket
O bilhete dourado. Quando entrei na faculdade, olhei para cima do prédio, estufei o peito com convicções, sonhos e aspirações de mudar o mundo a minha volta. Uma cena bonita, mas nada simples na vida real. Então decidi bolar um plano e dediquei os 4 anos de estudos da universidade para girar nas diferentes áreas da publicidade. Me identifiquei com o marketing e por ele comecei. Depois consultoria estratégica, agência de criação para então decidir e voltar para o marketing. Claro, não qualquer departamento, mirei alto e fui para uma multinacional. Como nem tudo que brilha é ouro, após 3 anos de dedicação e paixão total ao trabalho, veio a crise americana e tive que me recolocar no mercado. Desde então venho trabalhando duro, sangrando um pouco aqui e aprendendo mais um pouco ali. No entanto, por alguma razão que não sei explicar ainda sinto que falta algo, o meu Golden Ticket. Aquele momento onde tudo vai bem na vida privada e só falta você se encontrar com o trabalho. Ou melhor, o trabalho, a empresa com a sua cara e valores. Aquela com a equipe para torcer e vibrar com você, que vez ou outra te dá um pouco de trabalho mas sabe quando é preciso sintonia ou, um simples almoço com os colegas para acertar as diferenças. Aquele lugar onde seu chefe lidera pelo exemplo e sabe apontar suas falhas e sugerir ajustes. Bem como um respaldo e acompanhamento de carreira, que te faz subir e direcionar para melhor e quem sabe melhorar o mundo, as pessoas. Enfim, este é meu desejo hoje, meu momento, meu Golden Ticket. É só o que falta.
20 de novembro de 2011
Buscando respostas
Não sei explicar. Não sei como acontece, mas simplesmente tudo esta lá, o momento, o desejo, o clima e nada acontece. São minutos, frações de segundos até, mas quem explica porque nada deu certo?! Existem momentos na vida que prefiro andar um passo para trás e aceitar que dali nada irá sair do que, seguir adiante sabendo que foi apenas uma breve coincidência, momento de casualidade onde 2 pessoas se cruzaram, se encontraram e depois, movidos para caminhos distintos um do outro. Por mais que você tenha feito a sua parte, mandado a mensagem certa, se esforçado para fazer um bom trabalho, ser uma amiga presente e companheira, curso com o melhor chef de cozinha e malabarismos na cama, nada conspira a seu favor. Nada evolui para algo melhor ou continuo. Bom, neste caso, todos os sinais estavam ali e não era para ser ou acontecer. Melhor aceitar e viver sem a expectativa, do que buscar respostas por toda a vida. clique aqui
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