21 de novembro de 2010

Cavalo branco

Já fazia um bom tempo que não usufruía deste meio de transporte. Costumo fazer tudo a pé ou de bicicleta, mas em um novo ritmo de vida, devo confessar que o velho Taxi é meu melhor aliado nos dias de hoje, ainda mais quando for para lhe tirar de uma bela enrascada. Tipo aquele evento que prometia ser tudo e acabou em nada, chegar no horário na reunião, o churrasco “bode” dos colegas do trabalho do seu namorado ou, pior ainda, o encontro as escuras que se tornou uma péssima idéia. Só ligar para o disque taxi, dizer seu nome e telefone que a carruagem vem lhe resgatar. Quando se é solteira em uma cidade grande como São Paulo com todas as possibilidades de erros e acertos, tem que estar preparada para tudo. Detalhe, o Taxi vem lhe buscar informando o número do carro e nome do taxista. É o cavalo branco sem o príncipe encantado. Simplesmente fantástico.

16 de novembro de 2010

Journey

"My journey has been long. I do not regret it. At times, it has been dark, a perilous course. At other times, joyous, dappled with sunlight. It has been hard more often than easy. The road was fraught with dangers for me from the beginning, the forest thick, the mountains high, the darkness terrifying. And through it all, even in the mists, a small pinpoint of light, a tiny star to guide me. I have been both wise and foolish. I have been loved, and betrayed, and abandoned. And much to my despair, I have unwittingly wounded others, and humbly beg theirs forgiveness. I have forgiven those who have hurt me, as I pray they will forgive me for allowing them to hurt me. I have loved much, and given of my whole heart and soul. And even when badly wounded, have continued on the path, with faith, and hope and even blind belief, toward love and freedom. The journey continues, easier than it has been. For those of you still lost in darkness, may your traveling companions treat you well. May you find safe havens when you need them, and clearings in the forest. May you find cool waters where you can safely drink, quench your thirst, and bathe your wounds. And may you one day find healing. When we meet, our hands will join, and we will know each other. The light is there, waiting for us. We must each, in our own way, journey on until we find it. To reach it, we will need determination, strengh and courage, gratitude and patience. And after all that, wisdom. And at journey’s end, we will find ourselves, we will find peace, and the love that, untill now, we have only dreamed of. May God speed you on your journey, and protect you." d.s.

9 de novembro de 2010

Bela Estação

O verão chegou, finalmente chegou. Com ele as lindas manhãs onde o sol já sai gritando e colorindo tudo que toca. Para mim, a estação mais bonita do ano, aquela onde saímos com um largo sorriso no rosto, pronta para curtir cada raio de sol. Trabalhar de camisa e shorts e ter o prazer de almoçar com os colegas do escritório no jardim de um restaurante qualquer para abençoar o dia. Óculos escuro, o acessório indispensável, só falta a praia e pé na areia para alcançar a perfeição. Até lá, vamos aproveitando as noites que ficam mais claras e convidativas pela cidade afora. Nada mais gracioso que sentar na calçada daquele bar favorito com uma caipirinha gelada na mesa falando uma besteira atrás da outra. O verão parece ter um toque mágico, traz o bom-humor ao rosto das pessoas, cortesia aos mais rudes cavalheiros e claro, ar-condicionado e suco natural para agüentar os mais radiantes dias de sol. Nada como a brisa e sol da bela estação. Já imaginou um conversível de capota baixa com “Talking ‘ Bout A Revolution” de Tracy Chapman na trilha sonora caminho ao litoral?

3 de novembro de 2010

No pain, no game

Pode –se dormir até tarde, levar a vida numa boa, sair com os amigos a cada oportunidade e pretexto, passar a tarde toda jogado no sofá, mas existem horas que o necessário é sangrar para chegar lá. Como no ditado americano “no pain, no game”. Se o gol fica do outro lado do campo, terá que atravessar o gramado todo, enfrentar os adversários, ralar o joelho, o outro joelho, arriscar algumas cotoveladas (se necessário) e seguir algumas regras para chegar onde se quer. Se conseguir equilibrar com um pouquinho de sofá a noite, quando voltar para casa depois da loucura do trabalho, é bom, mas não se acostume, pois o pote de ouro fica lá no final, do outro lado do arco-íris. Se não for atrás dele, ele vai ficar cada vez mais distante até que não consiga mais visualizar.
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