Toda virada de ano carrego uma saudade que vem da infância. Um sentimento que aumenta com as festas de Natal. Depois de rever toda a “family” e amigos, enfim, as merecidas férias. Aquele tempo livre que tanto desejamos. Alguns colocam a casa em ordem, outros vão no cruzeiro com as crianças e eu, não vejo a hora de me jogar no sofá da casa dos meus pais e fazer de conta que vou assistir sessão da tarde, por toda a tarde. Ou até, inutilizar um dia todo tomando sol na piscina sem pensar em nada, absolutamente na-da. Claro que dura pouco, a noite já pinta um programinha com os amigos de infância que ainda moram no bairro, na mesma casa e cidade onde cresci. Ai vem a melhor parte, aquele momento especial (meio cabeça) onde dividimos o que foi, não foi e, ainda pode ser do ano. É certamente a melhor época para mim. Consigo ser tudo, preguiçosa, alegre, feliz, tranqüila, pensativa e até egoísta, quando o desejo é ficar sozinha e acabar com um pote inteiro de leite moça. Mas logo chega o dia,o dia 28 onde fico de malas prontas. É hora de partir e encontrar as amigas rumo à praia. Colocar os pés na areia, deliciar-se com as batidas, conversas e visual. Igual os velhos tempos, meio bobo, meio nada, bem simples + especial. E a melhor parte, com as pessoas certas para começar o ano com o pé direito. Feliz ano, ano feliz!
3 de janeiro de 2011
Feliz ano, ano feliz!
Toda virada de ano carrego uma saudade que vem da infância. Um sentimento que aumenta com as festas de Natal. Depois de rever toda a “family” e amigos, enfim, as merecidas férias. Aquele tempo livre que tanto desejamos. Alguns colocam a casa em ordem, outros vão no cruzeiro com as crianças e eu, não vejo a hora de me jogar no sofá da casa dos meus pais e fazer de conta que vou assistir sessão da tarde, por toda a tarde. Ou até, inutilizar um dia todo tomando sol na piscina sem pensar em nada, absolutamente na-da. Claro que dura pouco, a noite já pinta um programinha com os amigos de infância que ainda moram no bairro, na mesma casa e cidade onde cresci. Ai vem a melhor parte, aquele momento especial (meio cabeça) onde dividimos o que foi, não foi e, ainda pode ser do ano. É certamente a melhor época para mim. Consigo ser tudo, preguiçosa, alegre, feliz, tranqüila, pensativa e até egoísta, quando o desejo é ficar sozinha e acabar com um pote inteiro de leite moça. Mas logo chega o dia,o dia 28 onde fico de malas prontas. É hora de partir e encontrar as amigas rumo à praia. Colocar os pés na areia, deliciar-se com as batidas, conversas e visual. Igual os velhos tempos, meio bobo, meio nada, bem simples + especial. E a melhor parte, com as pessoas certas para começar o ano com o pé direito. Feliz ano, ano feliz!
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