2 de agosto de 2011
To be or not to be?
Devo ser a Tamara na essência, em carne e osso com minhas perspectivas e opiniões claras e definidas ou, a pessoa que todos querem que eu seja? Crescer em uma sociedade que por natureza convive na base da sobrevivência, competição e socialização de indivíduos (isso inclui você, eu e todo o resto) é difícil agradar a todos e, ao mesmo tempo, ser quem você é sem magoar uma ou outra pessoa no caminho. Algumas pessoas têm uma visão diferente que a sua e podem não aceitar seu argumento ou pior ainda, não aceitar quem você é. E afirmo que é impossível fazer com que todos entendam o motivo de todas as suas escolhas com sorriso e aprovação no rosto. Não há como vencer na vida sem formar alguns inimigos no caminho ou melhor, não-amigos, o importante é definir bem os amigos. Amigos que, por mais diferente que seja sua cor favorita e personalidade, vão te aceitar da forma que é e aprender a conviver com você. Sem justificar ou fazer cara feia. Aos que só sabem fazer cara feia, faça como eu, dê um sorriso e siga em frente. Preserve-se do não-amigo e seja você. Então como diria Shakespeare, to be or not to be?
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